O CADERNO DE Francesc Rifé - L'Antic colonial

O CADERNO DE Francesc Rifé

9 Janeiro, 2014 | Sem categoria
O CADERNO DE Francesc Rifé

Francesc Rifé Bel – Francesc Rifé Studio – Barcelona

Principais projetos: Residência do Real Madrid (Madrid), edifício de escritórios Insignia da La Caixa (Barcelona), Caro Hotel (Valencia), lojas Carhartt (Ibiza, Barcelona e Madrid), etc.

1 – Quem é Francesc Rifé?

Um apaixonado pelo design em constante aprendizagem e evolução.

2 – Quando descobriu que queria dedicar-se ao design?

Indiretamente, a minha profissão tem raízes na tradição familiar. A minha família dedicou-se sempre à carpintaria e à venda de mobiliário.

3 – Uma referência no design…

No nosso país, Fernando Salas, Pepe Cortés, Dani Freixes, Eduard Samsó, Alfredo Arribas, Josep Lluis Sert e Ignasi Cuadern. A nível internacional, Kengo Kuma, Piero Lissoni, John Pawson, Claudio Silvestrin, Giuseppe Fronzoni, Vincent Van Duysen e Álvaro Siza.

4 – Se não fosse designer, ter-se-ia dedicado a…?

Não sei o que responder.

5 – Um defeito e uma virtude.

Impaciência e constância.

6 – Como é a sua casa?

Funcional.

7 – O domingo é o dia para…

Anteriormente, para organizar a semana seguinte. Hoje em dia, para desligar. Às vezes consigo-o.

8 – Um lugar onde procure inspiração.

Cadaqués. Embora na realidade a inspiração possa surgir em qualquer lugar e momento. É uma súmula de elementos tais como as pessoas que nos acompanham ou o próprio estado de espírito.

9 – Qual foi o último livro que leu?

Atmósferas de Peter Zumthor.

10 – Daqui a 15 anos…

Não sei se vou estar por aqui.

11 – Quando pensa em design, o que lhe vem à cabeça?

Beleza.

12 – Lápis ou computador?

Lápis, mas também gosto do marcador. Preto, se puder ser.

13 – Como definiria o seu trabalho?

Creio que há uma dose de inspiração misturada com um pouco de talento, muito trabalho e força de vontade.

14 – Um projeto que gostaria de fazer.

Todos se notar que o cliente vibra.

15 – A sua opinião do design espanhol.

Eu fugiria de fronteiras, embora seja certa a existência de determinados traços culturais que nos definem. Existe bom design aqui e fora. Atualmente, encontramo-nos num momento de espera. Se não há trabalho, há menos criatividade. Geram-se menos projetos e parece que existe um medo generalizado no setor. Hoje em dia, o mais importante é a marca do designer.

16 – Como manter um estilo próprio, satisfazendo as necessidades dos seus clientes?

O atelier define-se por um design neutro e atemporal, baseado na ordem espacial e na proporção geométrica. A personalidade do cliente deve ligar-se ao espaço. Por esse motivo, é importante que exista também um bom entendimento entre nós.

17 – No seu trabalho, o que é que faz melhor e o que lhe custa mais?

Ler o espaço. E custa-me muito envolver-me se o cliente não está envolvido.

18 – A sua receita para o êxito.

Paixão e constância.

19 – Que papel desempenham os produtos naturais nos seus projetos?

Muito importante. Sinto-me muito confortável com a madeira, principalmente, mas também com outros materiais naturais como a pedra.

21 – O seu produto-estrela da L’Antic Colonial é…

Todos os naturais, os que não imitam nada…

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