O CADERNO DE Joaquín Torres - L'Antic colonial

O CADERNO DE Joaquín Torres

18 Setembro, 2013 | Sem categoria
O CADERNO DE Joaquín Torres

Joaquín Torres Vérez – A-cero Joaquín Torres arquitectura – Madrid/A Coruña/Valencia/Dubai

1 – Quem é Joaquín Torres?

Antes de tudo, sou uma pessoa. E um arquiteto.

2 – Quando descobriu que queria ser arquiteto?

Estive sempre muito em contacto com o mundo da arte graças ao meu pai. Fascinava-me. Comecei logo aos 14 anos a ter aulas de desenho. E pouco a pouco o mundo da arquitetura começou a interessar-me.

3 – Uma referência na arquitetura…

Sempre os grandes clássicos contemporâneos: Le Corbusier, Mies Van Der Rohe…e admiro muito o trabalho da Zaha Hadid.

4 – Se não fosse arquiteto, ter-se-ia dedicado a…

Sempre a algo relacionado com a arte.

5 – Um defeito e uma virtude.

Um pouco ansioso e obsessivo com o trabalho. Talvez essas sejam também virtudes.

6 – Como é a sua casa?

Atualmente, uma moradia unifamiliar desenhada por mim que, embora seja de promoção imobiliária, está acondicionada ao meu gosto.

7 – O domingo é o dia para…

É o dia para descansar e estar com os meus.

8 – Um lugar onde procure inspiração.

Qualquer lugar. Uma cidade, uma exposição, um filme no cinema… Desfruto e há muitas coisas que me inspiram muito.

9 – Qual foi o último livro que leu?

“Una diosa para el Rey” de Mari Pau Domínguez.

10 – Dentro de 15 anos…

Espero poder continuar a trabalhar e a crescer profissionalmente com o Rafael Llamazares e o nosso atelier A-cero.

11 – Quando pensa em arquitetura, o que lhe vem à cabeça?

O meu dia-a-dia é a arquitetura.

12 – Lápis ou computador?

Lápis.

13 – Como definiria o seu trabalho?

Coerente.

14 – Um projeto que gostaria de fazer.

Já deixei de pensar nessas coisas. Cada projeto é excitante.

15 – A sua opinião da arquitetura espanhola.

Há magníficos profissionais no nosso país. Cometemos erros nos últimos anos e temos que nos reinventar de certa forma.

16 – Como manter um estilo próprio, satisfazendo as necessidades dos seus clientes?

No A-cero temos um estilo muito próprio, que obviamente evolui. E isso é necessário. É claro que devemos que aproximar o cliente do nosso estilo. No entanto, quando alguém pensa no A-cero é porque já conhece o nosso trabalho e isso facilita as coisas de início. De qualquer forma, aprendemos a ceder e a procurar mais consenso com o cliente, que é quem vai desfrutar do nosso trabalho e vivê-lo.

17 – Em arquitetura, o que é que faz melhor e o que lhe custa mais?

Creio ter facilidade de trato com o cliente, embora nem sempre goste. A comunicação, a que dedico bastante tempo, é algo que creio ser fundamental para o crescimento do atelier. Acho o mundo da obra quase desesperante.

18 – A sua receita para o êxito.

Trabalhar, trabalhar…e trabalhar.

19 – Que papel desempenham os produtos naturais nos vossos projetos?

Apostamos sempre em produtos naturais. Pela qualidade e durabilidade.

20 – O seu produto estrela da L’Antic Colonial é…

Suponho que devo dizer qualquer produto da coleção Spirit. Contudo, admiro o grupo Porcelanosa pela sua aposta no design de qualidade.

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