#O CADERNO DE Nicolas Adnet - L'Antic colonial

#O CADERNO DE Nicolas Adnet

25 Junho, 2015 | Sem categoria
#O CADERNO DE Nicolas Adnet

Nicolas Adnet – Studio MHNA – Paris, France

hotelaria de luxo, complexos turísticos, spas, restaurantes.

1 – Quem é Nicolas Adnet?

Associado a Marc Hertrich no atelier que ostenta os seus nomes, Nicolas Adnet iniciou a sua carreira no domínio da alta-costura. O contacto com Marc Hertrich conduziu à sua imersão na arquitetura de interiores, resultando numa parceria que já dura há 18 anos.

2 – Quando descobriu que queria ser arquiteto?

Um pouco tarde, quase nos trinta, após ter conhecido Marc Hertrich. A riqueza desta profissão atravessou-me como um raio e nunca desapareceu. Muito pelo contrário.

3 – Uma referência na arquitetura…

Zaha Hadid, uma autêntica fascinação pelo jogo e pelo equilíbrio de curvas e volumes, além dessa atenção pela relação entre o interior e o exterior.

4 – Se não fosse arquiteto, ter-se-ia dedicado a…?

À moda, desde já, que foi e continua a ser uma verdadeira paixão.

5 – Um defeito e uma virtude.

O mesmo: a curiosidade.

6 – Como é a sua casa?

O nosso apartamento parece-se connosco: está organizado acima de tudo para o bem-estar e exibe um tom informal que exprime a nossa sensibilidade.

7 – O domingo é o dia para…

O dia para descanso, tanto físico como mental. É essencial saber parar numa vida rica e preenchida.

8 – Um lugar onde procure inspiração.

Viagens, museus, ópera, leitura, passeios… Creio que não procuramos a inspiração. De facto, a vida alimenta-nos e durante o ato criativo essas aquisições inconscientes regressam para nos inspirar.

9 – Qual foi o último livro que leu?

Um romance policial histórico com a Idade Média inglesa com pano de fundo.

10 – Daqui a 15 anos…

Sinceramente, não consigo responder a essa pergunta. Simplesmente desejo viver com tanta paixão como hoje, ou com ainda mais intensidade.

11 – Quando pensa em arquitetura, o que lhe vem à cabeça?

O contributo e a melhoria no bem-estar que a obra proporcionará.

12 – Lápis ou computador?

Ambos. Nada substitui a mão e a procura da linha e do detalhe, mas o computador dá-nos uma oportunidade complementar de criatividade tão grande que ambos se complementam.

13 – Como definiria o seu trabalho?

Como uma paixão. É uma profissão que nos invade a todo o momento, consciente ou inconscientemente. Sempre presente.

14 – Um projeto que gostaria de fazer.

A cenografia de uma ópera.

15 – A sua opinião da arquitetura espanhola.

A Espanha faz parte das “terras” da arquitetura. Ao longo da sua história, relata e proporciona uma visão de uma riqueza pouco comum, herança que a converte numa terra acolhedora e num cadinho criativo.

16 – Como manter um estilo próprio, satisfazendo as necessidades dos clientes?

As exigências dos clientes são geralmente fonte de reformulações e descobertas que fazem o nosso estilo evoluir. Não há nada pior do que um estilo que não evolui.

17 – Em arquitetura, do que gosta mais e o que lhe custa mais?

A nossa profissão criadora exige sonhar, explorar, inventar e, ao mesmo tempo, canalizar todas essas energias e tomar decisões. É um equilíbrio subtil que é simultaneamente um ponto forte e um ponto fraco.

18 – A sua receita para o êxito.

A paixão. Exprimi-la, comunicá-la. Esta sinceridade na criação é para mim fundamental para o sucesso na nossa profissão.

19 – Que papel desempenham os produtos naturais nos seus projetos?

Essencial. São as bases de um projeto de sucesso. Com a sua utilização, as forças equilibram-se, reafirmam-se, definem o conceito e são vitais para que este se materialize.

20 – O seu produto-estrela da L’Antic Colonial é…

Pessoalmente, encantou-me a coleção de mosaicos, pela sua riqueza, diversidade e amplitude criativa que proporciona.

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